I’m done.

Ultimamente tenho gastado algum tempo pensando em algumas coisas. Fico imaginando quais padrões de relacionamento e comportamento são mais adequados, mas no final das contas eu não chego a conclusão alguma, pois cada um é cada um, e cada momento é singular.

De qualquer forma, tenho me sentindo um tanto revoltado com as pessoas. Não sei se é impressão minha, mas pelo que vejo tem gente que anda muito ocupado amargurando o coração e vivendo uma vida bruta, acinzentada, sem romantismo, sem sonhos, sem fantasias.

Não sei se eu estou no caminho errado, talvez eu seja sonhador demais, romântico demais, mas eu gosto de tornar as coisas especiais, gosto de fazer os momentos serem intensos e marcantes, mas quando a outra parte não colabora, aí eu não consigo fazer isso por duas pessoas. E veja que isso é uma constante na minha vida, eu me dou mal com isso, ainda não consegui aplicar com sucesso tudo o que eu queria, pois não há retorno, não há reforço positivo.

Seria eu exigente demais? Seria eu impaciente demais? Ou eu estou apenas de saco cheio de correr atrás das coisas e não ter retorno? Tô com raiva, tô puto da cara na real, tenho vontade de mandar um monte de gente à merda (perdoem-me o vocabulário).

Se você acha esse post meloso ou revoltado demais, eu não dou a mínima, o blog é meu e eu falo o que eu quiser aqui.

2 Respostas to this post.

  1. Eh isso ai!
    Vamos nos revoltar!!
    Vamos chutar o balde!

    Concordo plenamente com você e mais um pouco! ;)

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  2. Pai Rico tem as respostas (dele):

    “Se eu tivesse de passar apenas uma única ideia para o leitor, seria esta.”

    “Sempre que sinto que as pessoas não estão sorrindo para mim, simplesmente começo a sorrir e a cumprimentar e, como por milagre, derepente há mais gente sorrindo à minha volta. É verdade que seu mundo é apenas um espelho de você.”

    “Houve momentos em que doei e nada retornou ou em que o que recebi não era o que eu desejava. Mas depois de refletir e examinar minha alma, concluí que em vez de doar por doar, eu estava DOANDO PARA RECEBER.”

    ;)

    (Pai Rico, Pai Pobre – ROBERTT KIYOSAKI, SHARON L. LECHTER)

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